quarta-feira, 17 de junho de 2009

FRIO URBANO

Está na alma, nas ruas cinzas e vazias
Nos olhos já sem brilho e sem esperança
No vento que percorre a avenida triste e solitária
Na ausência dos sons, das conversas e da música
Tudo é um vazio imenso!
Nas paredes do casarão abandonado,
O descaso, o grafite, os velhos cartazes colados
Já é quase noite na cidade abandonada
As horas passam devagar impedindo o início de um novo dia
Que insensatez!
Não se pode parar o Tempo!

Sueli

Um comentário:

  1. Parabéns! Gostei muito do poema... vc escreve muito bem.

    Beijos e obrigada pelo carinho.

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